A diferença entre visto D7 e D8 está na origem da renda: o D7 é para quem vive de rendimentos passivos, com mínimo de €920 por mês para o titular em 2026 (100% do salário mínimo, pela Portaria 1563/2007), e o D8 é para quem trabalha remotamente para fora de Portugal, com renda média de pelo menos €3.680 por mês nos últimos 3 meses, quatro vezes esse salário. Escolher a modalidade que não corresponde ao seu tipo de renda é um dos motivos mais comuns de recusa.
Essa diferença de valor reflete perfis de vida distintos. Se você planeja morar em Portugal e não sabe qual dos dois vistos se aplica ao seu caso, este guia compara requisitos, documentos, prazos e o caminho até a residência permanente e a cidadania.
Diferença entre Visto D7 e D8: Renda Passiva vs. Renda Ativa Remota
Antes de olhar documentos, prazos e valores, vale entender a distinção central entre os dois vistos. Ela não está só nos valores: está na origem da sua renda.
O D7 é o visto de residência para aposentados, religiosos e pessoas que vivem de rendimentos. Foi pensado para quem se sustenta sem exercer atividade profissional contínua: aposentados, quem vive de aluguéis, dividendos ou aplicações financeiras. Na análise, o consulado quer confirmar que esses recursos existem e não dependem de um trabalho ativo.
O Visto D8, por sua vez, é o chamado visto de nômade digital. Foi criado em 2022 (Lei 18/2022, art. 61.º-B da Lei 23/2007) para trabalhadores subordinados e profissionais independentes que prestam serviço remotamente a pessoas ou empresas com domicílio ou sede fora de Portugal. Empregados de empresas estrangeiras em regime remoto e freelancers com contratos no exterior se encaixam aqui.
A confusão entre os dois vistos é um erro comum e caro. Apresentar um pedido de D7 com renda de trabalho ativo, ou um D8 sem vínculo de trabalho comprovado, tende a levar à recusa, e um novo pedido significa pagar as taxas outra vez.
Tabela Comparativa: Diferença entre D7 e D8 em 2026
A tabela resume os principais critérios dos dois vistos em 2026, com base no salário mínimo português de €920 por mês (Decreto-Lei 139/2025). Confirme a lista vigente no Portal de Vistos do MNE antes do pedido.
| Critério | Visto D7 | Visto D8 |
|---|---|---|
| Perfil principal | Aposentados, pessoas que vivem de rendimentos | Trabalhadores remotos para o exterior |
| Tipo de renda aceita | Passiva (aposentadoria, aluguel, dividendos, aplicações, direitos autorais) | Ativa remota (salário, honorários, contratos de serviço) |
| Renda mínima (titular) | €920/mês (1 salário mínimo) | €3.680/mês de média nos últimos 3 meses (4 salários mínimos) |
| Acréscimo por familiar | +50% por adulto (€460) e +30% por filho (€276) | A lista da VFS não fixa acréscimo; a Portaria 1563/2007 prevê os mesmos percentuais para familiares |
| Meios para 12 meses | A lista da VFS pede meios para pelo menos 12 meses (€11.040 para o titular); saldo em conta portuguesa é prática consular comum | Não consta da lista da VFS; o foco é a renda média dos últimos 3 meses |
| Origem da renda | Qualquer país (inclusive Brasil) | Pagador com domicílio ou sede fora de Portugal |
| Permite trabalhar em Portugal? | Sim, depois de obter a autorização de residência (art. 83.º) | Sim, remotamente para o exterior; com a autorização de residência, o art. 83.º também se aplica |
| Prazo de decisão do visto | 60 dias pela lei (art. 58.º); estimativa do nosso serviço: 60 a 90 dias | 60 dias pela lei (art. 58.º); estimativa do nosso serviço: 60 a 90 dias |
| Tempo para a naturalização | 7 anos de residência legal para brasileiros (LO 1/2026) | 7 anos de residência legal para brasileiros (LO 1/2026) |
Valores de 2026. Os prazos na AIMA são tratados mais abaixo; confirme as regras vigentes no site oficial da AIMA.
Visto D7: Para Quem É e Quais Rendimentos São Aceitos
O D7 é a porta de entrada mais natural para aposentados e para quem vive de rendimentos e quer morar legalmente em Portugal. A lógica é simples: o Estado português quer garantir que você se sustenta no país sem depender do mercado de trabalho local ou de apoios sociais.
Rendimentos elegíveis para o D7
- Aposentadoria e pensão: do INSS, de previdência privada ou de fundos de pensão
- Renda de aluguel: imóveis no Brasil ou em outro país, com contrato e comprovante de recebimento
- Dividendos e distribuição de lucros: de participações societárias, com documentação contábil
- Rendimentos financeiros: juros de CDB, LCI, fundos de investimento e outras aplicações com retorno regular
- Direitos autorais e royalties: propriedade intelectual com receita comprovável
A lista da VFS para o D7 fala em rendimentos de bens móveis ou imóveis, de propriedade intelectual e de aplicações financeiras, além do montante da reforma para aposentados. O ponto crítico não é só o valor, mas a regularidade e a rastreabilidade: o consulado olha se a renda é estável, se bate com a declaração de imposto de renda e se cobre a vida em Portugal.
Rendimentos irregulares ou pagamentos informais sem contrato dificilmente servem de prova. Se você quer usar investimentos para comprovar renda, este artigo explica como aplicações em CDB, LCI e fundos podem ser usadas como renda passiva.
Requisito financeiro e depósito bancário
Para o titular, a renda mínima é de €920/mês. Se o cônjuge vai junto, acrescente €460 (50%); para cada filho menor, mais €276 (30%), pela Portaria 1563/2007.
A lista da VFS para o D7 pede meios de subsistência para pelo menos 12 meses, o que dá €11.040 para o titular em 2026. A lista não exige conta portuguesa, mas muitos consulados pedem, na prática, esse saldo numa conta em Portugal; por isso, vale abri-la com antecedência. Os meios podem ser reduzidos à metade se você comprovar alojamento garantido, segundo a mesma lista.
Um casal de aposentados, por exemplo, precisa comprovar renda de €1.380 por mês (€920 + €460), o que dá €16.560 para 12 meses. Confirme os valores antes do pedido, porque o salário mínimo muda todo ano. O nosso guia sobre o D7 ou D8 para aposentado aprofunda o caso de quem ainda tem alguma renda de trabalho.
O que o D7 não cobre
O Visto D7 não é o visto para quem trabalha ativamente de forma remota. Se a sua principal fonte de renda é salário, honorários de consultoria ou pagamentos por serviços prestados a clientes, mesmo que tudo seja online, você está no perfil do D8. O consulado verifica essa distinção nos documentos, e apresentar renda de trabalho como se fosse passiva é motivo de recusa.
Visto D8 para Nômades Digitais: Perfis Elegíveis e Como Comprovar a Renda
O D8 foi criado para quem trabalha de qualquer lugar para empresas ou clientes de fora de Portugal. A exigência financeira, porém, é bem mais alta que a do D7.
Perfis elegíveis para o D8
- Empregado remoto: com contrato de trabalho em empresa brasileira ou estrangeira, ou declaração do empregador que comprove o vínculo
- Freelancer com clientes fora de Portugal: com contratos de prestação de serviços ou documentos que demonstrem os serviços prestados
- Sócio que presta serviços pela sua empresa: com contrato de sociedade
- Consultores, designers, desenvolvedores e profissionais de marketing digital, desde que a renda venha de fora de Portugal
O critério é que a renda venha de trabalho ativo e que o pagador tenha domicílio ou sede fora de Portugal. Quem tem clientes sobretudo portugueses precisa considerar outra modalidade, como o D2.
Renda mínima e comprovação
A lista da VFS para o D8 pede comprovativo de rendimentos médios mensais nos últimos três meses de, no mínimo, quatro salários mínimos, o que dá €3.680 por mês em 2026, e um documento que ateste a sua residência fiscal. A lista não prevê acréscimo por dependente, mas a Portaria 1563/2007 fixa percentuais para os familiares, e o consulado pode pedir meios adicionais para quem acompanha o titular.
A comprovação precisa ser formal e rastreável:
- Extratos bancários que mostrem os recebimentos dos últimos 3 meses
- Contrato de trabalho ou declaração do empregador (para empregados)
- Contrato de sociedade, contratos de prestação de serviços ou documentos que demonstrem os serviços prestados (para independentes)
- Documento que ateste a residência fiscal
Pagamentos sem contrato, valores que oscilam muito e recebimentos sem declaração fiscal costumam gerar pedidos de esclarecimento ou recusa. O consulado quer ver estabilidade e formalidade. Para mais detalhes, este guia detalha a renda mínima do D8 em 2026.
Uma diferença importante sobre o depósito bancário
No D8, a lista da VFS se concentra na renda média dos últimos 3 meses e não pede um depósito mínimo em conta portuguesa. No D7, a lista pede meios para 12 meses, e muitos consulados pedem esse saldo em conta portuguesa. Mesmo no D8, ter conta em Portugal ajuda na mudança e na autorização de residência; confirme com o posto consular se ele pede saldo adicional.
Documentos Necessários: O Que Cada Visto Exige
Desde 17 de abril de 2026, todos os pedidos de visto para Portugal feitos no Brasil são entregues presencialmente num dos 10 centros da VFS Global, e o envio pelo correio acabou, segundo as perguntas frequentes da VFS Global. Leve a documentação completa: se faltar algo, o posto consular pode pedir o documento, e a análise fica suspensa até a entrega, o que atrasa o visto.
Documentos comuns ao D7 e ao D8
- Passaporte com validade superior em pelo menos 3 meses à estada prevista, e cópia da página biográfica
- Formulário de pedido de visto nacional preenchido e assinado, com duas fotos
- Certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal, com Apostila de Haia (a lista do D8 indica validade de 90 dias)
- Seguro de viagem com despesas médicas e repatriamento; no D8, pode ser substituído pelo PB4, emitido de graça pelo Ministério da Saúde
- Prova de meios ou de rendimentos, conforme o visto
Além da lista, alguns itens são pedidos na prática ou são necessários para a mudança: o NIF português, que não está na lista da VFS mas é preciso para abrir conta e assinar arrendamento; uma prova de alojamento, como contrato de arrendamento (reservas de curta duração nem sempre são aceitas); e uma carta explicando o motivo do pedido.
Documentos específicos do D7
- Documento com o montante da aposentadoria, como a carta de concessão do INSS (para aposentados)
- Comprovantes de rendimentos de bens móveis ou imóveis, de propriedade intelectual ou de aplicações financeiras (para quem vive de rendimentos)
- Declaração de imposto de renda, que ajuda a mostrar a regularidade da renda
- Extrato da conta com os meios para 12 meses (em conta portuguesa, se o consulado pedir)
Documentos específicos do D8
- Contrato de trabalho ou declaração do empregador que comprove o vínculo (empregados)
- Ou: contrato de sociedade, contrato de prestação de serviços ou documento que demonstre os serviços prestados (independentes)
- Comprovativo de rendimentos médios mensais dos últimos 3 meses de, no mínimo, 4 salários mínimos
- Documento que ateste a residência fiscal
Documentos brasileiros já estão em português e, em regra, não precisam de tradução; contratos em outra língua, sim. A certidão da Polícia Federal precisa de apostila. A obtenção do NIF com representação fiscal é uma etapa que vale resolver antes de agendar a entrega.
Visto D7 vs D8: Erros Mais Comuns e Como Evitar a Recusa
Pedidos bem montados chegam ao consulado prontos; pedidos com lacunas atrasam ou são recusados. Os erros mais comuns são previsíveis e evitáveis:
Erro 1: Escolher o visto errado para o perfil de renda
Quem tem renda de trabalho remoto às vezes tenta o D7 por achá-lo mais simples. Quem vive de dividendos, por sua vez, às vezes mira o D8 só porque ganha acima do mínimo. Nos dois casos, o pedido tende a ser recusado. A categoria precisa refletir a sua fonte de renda real, não a opção que parece mais cômoda.
Erro 2: Renda informal ou sem documentação fiscal
Recebimentos sem contrato, sem recibo ou muito variáveis de mês a mês enfraquecem o D8. No D7, rendimentos que não aparecem na declaração de imposto de renda também geram questionamentos. O consulado avalia a consistência ao longo do tempo, não só o saldo do último mês.
Erro 3: Certidão de antecedentes criminais vencida
A lista do D8 indica validade de 90 dias para a certidão da Polícia Federal. Se ela vencer entre a emissão e a entrega presencial, o pedido fica comprometido. Como os agendamentos na VFS podem demorar, deixe a certidão para o fim, perto da data marcada.
Erro 4: Falta do NIF ou conta bancária sem saldo adequado
O NIF não está na lista da VFS, mas sem ele você não abre conta nem assina arrendamento em Portugal, e o resto do processo trava. No D7, se o consulado pedir o saldo em conta portuguesa, não basta ter o dinheiro no Brasil.
Erro 5: Comprovante de alojamento inadequado
Reservas de hotel ou de hospedagem de curta duração nem sempre são aceitas como prova de moradia. Um contrato de arrendamento formal, uma escritura ou um termo de responsabilidade de quem vai hospedar você são provas mais seguras, e o alojamento garantido pode reduzir à metade os meios exigidos no D7.
Prazos e Caminho para a Residência Permanente e Cidadania
O D7 e o D8 seguem o mesmo caminho em Portugal:
- Entrega presencial na VFS Global, com a documentação completa no dia do atendimento.
- Análise consular: a lei fixa 60 dias para a decisão (art. 58.º da Lei 23/2007); a estimativa dos nossos serviços de D7 e D8 é de 60 a 90 dias.
- Entrada em Portugal: o visto de residência vale 4 meses e permite duas entradas (art. 58.º).
- Pedido na AIMA: depois da chegada, você pede a autorização de residência na AIMA, que tem 90 dias, prorrogáveis por 30, para decidir (art. 82.º, n.º 5, na redação da Lei 62/2026).
- Autorização de residência temporária: válida por 2 anos e renovável por períodos de 3 anos (art. 75.º).
- Residência permanente: possível após 5 anos de residência legal (art. 80.º).
- Naturalização: pela Lei Orgânica 1/2026, em vigor desde 19 de maio de 2026, são 7 anos de residência legal para nacionais de países de língua oficial portuguesa, como os brasileiros, e cidadãos da União Europeia, e 10 anos para os demais (art. 6.º, n.º 1, b). Pedidos pendentes em 19/05/2026 seguem a lei anterior.
Além do tempo, a naturalização passou a exigir conhecimento suficiente da língua e da cultura portuguesas, conhecimento dos direitos e deveres fundamentais e declaração de adesão ao Estado de direito democrático; o formato da prova aguardava regulamentação em setembro de 2026. O nosso guia de requisitos da naturalização explica cada um.
Se você é filho ou neto de português, a cidadania por atribuição é uma via independente, que não exige morar em Portugal: conheça os serviços de cidadania para filho de português e de cidadania para neto de português.
Visto D7 ou D8: Qual Escolher pelo Seu Perfil de Renda em 2026
A decisão segue a natureza da sua renda. Use esta orientação prática para entender a diferença entre visto D7 e D8 e definir o caminho:
Escolha o D7 se:
- Você é aposentado pelo INSS ou por previdência privada
- Você vive de aluguel de imóveis no Brasil ou em outro país
- Você recebe dividendos ou distribuição de lucros de forma regular
- Sua renda vem de aplicações financeiras com retorno recorrente (CDB, LCI, fundos)
- Você tem direitos autorais ou rendimentos de propriedade intelectual
- Você quer morar em Portugal sem depender de trabalho ativo
Escolha o D8 se:
- Você é empregado de uma empresa de fora de Portugal que permite trabalho remoto
- Você é freelancer com contratos com clientes de fora de Portugal
- Você presta serviços de consultoria, tecnologia, design ou outra área para clientes estrangeiros
- Sua renda média dos últimos 3 meses supera €3.680 e é totalmente documentável
- Você quer manter a carreira ativa enquanto vive em Portugal
O caso híbrido — quando a renda é mista
Muita gente tem renda mista: parte de aposentadoria, parte de consultoria. Nesses casos, a categoria do visto costuma seguir a fonte principal da renda e a atividade predominante. Não há resposta pronta para perfis híbridos, e vale uma análise individual antes do pedido. Faça um orçamento gratuito para receber uma orientação sobre o seu caso.
Perguntas Frequentes sobre Diferença entre Visto D7 e D8
Qual a principal diferença entre o Visto D7 e o Visto D8?
A diferença principal está na origem da renda. O D7 é para quem tem renda passiva (aposentadoria, aluguel, dividendos, aplicações) e não depende de trabalho ativo, com mínimo de €920 por mês em 2026. O D8 é para quem trabalha remotamente, como empregado ou independente, para pessoas ou empresas de fora de Portugal, com renda média mínima de €3.680 por mês nos últimos 3 meses. Escolher a categoria que não corresponde à sua renda tende a levar à recusa.
Qual a renda mínima exigida para o Visto D7 em 2026?
Para o titular, €920 por mês, 100% do salário mínimo português de 2026 (Portaria 1563/2007 e Decreto-Lei 139/2025). Com o cônjuge, acrescentam-se €460 (50%) e, por filho menor, €276 (30%). A lista da VFS pede meios para pelo menos 12 meses, o que dá €11.040 para o titular, e muitos consulados pedem esse saldo em conta portuguesa. Os valores mudam com o salário mínimo, por isso confirme no Portal de Vistos do MNE.
Qual a renda mínima exigida para o Visto D8 em 2026?
A lista da VFS pede rendimentos médios mensais, nos últimos 3 meses, de pelo menos 4 salários mínimos, o que dá €3.680 por mês em 2026. A lista não fixa acréscimo por dependente, mas a Portaria 1563/2007 prevê percentuais para os familiares, e o consulado pode pedir meios adicionais para quem acompanha o titular. Confirme a lista vigente antes de entregar o pedido.
Aposentado pode pedir o Visto D7 mesmo se também faz trabalhos freelancer ocasionais?
Depende de qual fonte é a principal. Se a aposentadoria sustenta você e os trabalhos freelancer são ocasionais, o perfil tende ao D7. Se a maior parte da renda vem de trabalho ativo para clientes de fora de Portugal, o D8 é o caminho. Em perfis mistos, vale uma análise individual antes de escolher, porque a categoria errada tende a levar à recusa.
Posso trabalhar em Portugal tendo o Visto D7?
O D7 é concedido com base em rendimentos passivos, mas a autorização de residência obtida depois permite, em regra, exercer atividade profissional em Portugal, como empregado ou por conta própria (art. 83.º da Lei 23/2007). Quem já sabe que vai viver de trabalho remoto para clientes estrangeiros deve pedir o D8, que foi criado para esse perfil.
Quanto tempo leva para o Visto D7 ou D8 ser aprovado?
A lei dá ao consulado 60 dias para decidir o visto de residência (art. 58.º da Lei 23/2007), e a estimativa dos nossos serviços de D7 e D8 é de 60 a 90 dias, contados da entrega presencial na VFS Global. Depois da chegada, a AIMA tem 90 dias, prorrogáveis por 30, para decidir a autorização de residência (art. 82.º, n.º 5, na redação da Lei 62/2026).
Com o Visto D7 ou D8, quando posso pedir a cidadania portuguesa?
Pela Lei Orgânica 1/2026, em vigor desde 19 de maio de 2026, brasileiros precisam de 7 anos de residência legal em Portugal para pedir a naturalização (10 anos para nacionais de países fora da CPLP e da União Europeia), além de conhecimento da língua e da cultura portuguesas, dos direitos e deveres fundamentais e de declaração de adesão ao Estado de direito democrático. Pedidos pendentes em 19/05/2026 seguem a lei anterior. Filhos e netos de portugueses têm uma via própria, por atribuição, que não exige residência.
O Próximo Passo: Como Definir Seu Caminho com Segurança
Escolher entre o D7 e o D8 parece simples quando a renda é bem definida. Muitos casos, porém, têm nuances: a natureza dos contratos, a origem dos rendimentos, o histórico fiscal e a família que vai junto. Um detalhe ignorado no início pode custar meses ou uma recusa.
No nosso acompanhamento de vistos, cada caso tem um advogado dedicado e uma estrutura no Brasil e em Portugal, do NIF e da conta bancária até a autorização de residência na AIMA. Se o caminho não for viável para o seu perfil, você fica sabendo antes do pedido.
Cada caso tem suas particularidades — começa por uma análise honesta. Peça o seu orçamento sem compromisso ou fale com um especialista pelo formulário de contato.






