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Passeios gratuitos no Porto: 12 programas para fazer sem gastar

Passeios gratuitos no Porto: 12 programas para fazer sem gastar
Dr. Wladinei Munhoz
Artigo deDr. Wladinei Munhoz

Advogado inscrito nas OABs: SP-232.306, BA-30.611, SE-651/A, MT-36.411/A e na Ordem dos Advogados de Portugal (cédula nº 67514P). Especialista em cidadania portuguesa e direito de imigração para Portugal, atua há mais de 20 anos assessorando brasileiros em processos de nacionalidade, vistos de residência e regularização documental. Integra a equipe jurídica da Cidadania e Visto. Assessoria referência no segmento, com mais de 5.000 processos concluídos e avaliação 5,0 estrelas no Google.

Dá para fazer muitos passeios gratuitos no Porto: caminhar pela Ribeira e pelo centro histórico, que é Patrimônio Mundial da UNESCO, atravessar a ponte Luís I a pé, ver os 20 mil azulejos da Estação de São Bento e passar a tarde no Parque da Cidade, o maior parque urbano do país, sem pagar entrada. Abaixo estão 12 programas sem custo, com o que é de graça e o que é pago em cada lugar.

Resumo dos passeios gratuitos no Porto

PasseioOnde ficaO que é grátis
RibeiraCentro histórico, margem do DouroCaminhar pelas ruas e pelo cais
Ponte Luís ILiga o Porto a Vila Nova de GaiaTravessia a pé pelos dois tabuleiros
Pôr do sol em GaiaCais de Gaia e Jardim do MorroVista do Porto do outro lado do rio
Estação de São BentoPraça de Almeida GarrettÁtrio com painéis de azulejos
Avenida dos AliadosBaixa do PortoPasseio pela avenida e pela praça
Mercado do BolhãoBaixa do PortoEntrada e passeio pelas bancas
Livraria LelloRua das CarmelitasSó a fachada (a entrada é paga)
Torre dos ClérigosRua de São Filipe de NeryVista da torre por fora (a subida é paga)
Jardim BotânicoRua do Campo AlegreEntrada no jardim
Jardins do Palácio de CristalRua de D. Manuel IIJardins e miradouros
Parque da CidadeEntre o Porto e MatosinhosEntrada no parque
Foz do Douro e praia de MatosinhosLitoralPasseio à beira-mar e praia

Ribeira, ponte Luís I e o pôr do sol em Gaia

A Ribeira é o cartão-postal do Porto. As casas coloridas, as ruelas que sobem a encosta e os barcos rabelos no Douro fazem parte do centro histórico, inscrito como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1996, junto com a ponte Luís I e o Mosteiro da Serra do Pilar. Caminhar por ali não custa nada.

Da Ribeira, atravesse a ponte Luís I. O tabuleiro de baixo fica rente ao rio; o de cima, por onde passa o metrô, tem uma das vistas mais bonitas da cidade e pode ser atravessado a pé. Do outro lado fica Vila Nova de Gaia, onde estão as caves do vinho do Porto.

No fim da tarde, fique no Cais de Gaia ou suba ao Jardim do Morro, ao lado da saída do tabuleiro superior. De lá, você vê o sol se pôr sobre o Douro e as luzes do Porto se acenderem na outra margem. É um dos programas gratuitos mais procurados da região, então chegue um pouco antes.

Quer saber que data o IRN está analisando agora?Publicamos a fila do Arquivo Central do Porto e da Conservatória dos Registos Centrais por tipo de pedido, com o histórico mês a mês. Atualizamos a cada divulgação do órgão.
Ver os prazos atualizados

Estação de São Bento, Aliados e Mercado do Bolhão

A Estação de São Bento foi inaugurada em 1916, com projeto do arquiteto Marques da Silva. O átrio é revestido por cerca de 20 mil azulejos do pintor Jorge Colaço, que mostram a evolução dos transportes e cenas da história de Portugal, segundo o portal oficial de turismo do Porto. A estação continua em funcionamento e a entrada no átrio é livre. A Infraestruturas de Portugal lembra que o edifício, os painéis e a gare são Imóvel de Interesse Público.

A poucos minutos a pé fica a Avenida dos Aliados, o eixo da Baixa, com edifícios do início do século XX e, no topo, a Câmara Municipal. É o lugar onde a cidade se reúne em festas e comemorações.

Siga até o Mercado do Bolhão, o mercado mais tradicional do Porto. Depois de anos de obras de restauro, ele reabriu em setembro de 2022. Entrar e passear pelas bancas de frutas, peixe, flores e petiscos é grátis; você só paga se quiser comprar ou comer alguma coisa.

Livraria Lello e Torre dos Clérigos: o que é grátis e o que é pago

Dois dos lugares mais famosos do Porto cobram entrada. Na Livraria Lello, o bilhete é pago, mas funciona como vale: o valor pode ser descontado na compra de um livro, segundo a própria livraria. Se você não quiser entrar, a fachada neogótica já vale a foto, principalmente no início da manhã, antes de a fila crescer.

A Torre dos Clérigos, obra barroca do século XVIII, é o símbolo do horizonte do Porto. Subir até o topo é pago, com bilhete vendido no site oficial. De graça, dá para admirar a torre das ruas em volta e da Praça de Lisboa, um jardim suspenso com oliveiras bem ao lado dela.

Jardins e parques gratuitos no Porto

O Porto tem muito verde aberto ao público, e três espaços se destacam:

  • Jardim Botânico do Porto: criado em 1951 e ligado ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto, tem jardins formais, estufas, lago e coleção de cactos e roseiras. A entrada é gratuita, segundo o portal oficial de turismo.
  • Jardins do Palácio de Cristal: jardins românticos do século XIX, com cerca de 8 hectares no centro da cidade, alamedas de tílias e miradouros sobre o Douro. São jardins públicos municipais, abertos todos os dias.
  • Parque da Cidade: é o maior parque urbano do país, com 83 hectares que chegam até o Oceano Atlântico. Tem lagos, gramados e trilhas para caminhar ou pedalar.

Foz do Douro e praia de Matosinhos

A Foz do Douro é onde o rio encontra o Atlântico. O passeio à beira-mar liga a foz ao Parque da Cidade e passa pelo Farol de Felgueiras, na ponta do molhe, um dos pontos mais fotografados quando o mar está agitado. Caminhar por ali é grátis; os cafés e restaurantes de peixe da zona são pagos à parte.

Seguindo para o norte, você chega à praia de Matosinhos, com areia larga e mar aberto. Para ir de transporte público, use a linha A (azul) do Metro do Porto, que liga o centro a Matosinhos. A viagem de metrô é paga, mas a praia não.

Quer mais ideias para a região? Veja as melhores cidades do Norte de Portugal para conhecer, a arquitetura moderna do Porto e o Caminho de Santiago que sai do Porto. Se Lisboa também está no roteiro, confira os passeios gratuitos em Lisboa.

Perguntas frequentes

Quais são os melhores passeios gratuitos no Porto?

Os mais procurados são caminhar pela Ribeira, atravessar a ponte Luís I a pé, ver o pôr do sol em Vila Nova de Gaia, visitar o átrio de azulejos da Estação de São Bento, passear no Mercado do Bolhão e aproveitar o Jardim Botânico, os Jardins do Palácio de Cristal e o Parque da Cidade, todos sem entrada paga.

A Livraria Lello é gratuita?

Não. A entrada na Livraria Lello é paga, mas o bilhete funciona como vale e o valor pode ser descontado na compra de um livro, segundo a própria livraria. De graça, dá para ver a fachada neogótica pelo lado de fora.

Precisa pagar para ver os azulejos da Estação de São Bento?

Não. A Estação de São Bento funciona como estação de trem e o átrio, revestido por cerca de 20 mil azulejos de Jorge Colaço, tem acesso livre. Segundo o portal oficial de turismo do Porto, a estação abre de manhã cedo e fecha perto da uma da manhã.

O Jardim Botânico do Porto cobra entrada?

Não. O Jardim Botânico do Porto, ligado à Universidade do Porto, tem entrada gratuita, segundo o portal oficial de turismo da cidade. Confira o horário antes de ir, porque ele muda entre dias de semana e fins de semana.

Como ir do centro do Porto à praia de Matosinhos?

O jeito mais simples é a linha A (azul) do Metro do Porto, que liga o centro da cidade a Matosinhos. Quem gosta de caminhar pode ir pela Foz do Douro e seguir o passeio à beira-mar, passando pelo Parque da Cidade.

Se o passeio pelo Porto faz parte do plano de morar em Portugal, vale conhecer as vias possíveis, como o visto de nômade digital, o visto D7 de rendimentos próprios ou a cidadania portuguesa para netos de portugueses. Cada caso tem suas particularidades — começa por uma análise honesta.

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