Pré-autorização consular do visto de trabalho (D1): a etapa que passou a ser da empresa
Desde 31 de julho de 2026, o candidato só consegue agendar na VFS depois que a empresa obtém um código de pré-autorização no consulado. É essa etapa — nova, e ainda pouco difundida — que a gente executa por você.

Assessoria para Pré-Autorização de Visto de Trabalho (D1) - Empresas em números
- Prazo do processo
- 30 a 60 dias após o envio ao consulado
- Base legal
- artigo 59.º da Lei n.º 23/2007
- Vigente desde
- 31 de julho de 2026
- Quem contrata
- a empresa empregadora
- Pré-requisito
- vaga já validada no IEFP, com parecer favorável
A quem se aplica
A pré-autorização consular é a etapa que a sua empresa precisa cumprir antes de o candidato conseguir sequer marcar o atendimento na VFS Global. Ela entrou em vigor em 31 de julho de 2026, com base no artigo 59.º da Lei n.º 23/2007, e mudou a ordem do processo de contratação: o pedido do visto de trabalho D1 deixou de começar no candidato e passou a começar no empregador.
Na prática, isso significa que uma contratação com data de início combinada pode travar por um procedimento que quase ninguém ainda conhece. O consulado analisa a documentação de idoneidade da empresa e o vínculo formalizado com o profissional — contrato, promessa de contrato ou carta de manifestação de interesse — e só então emite o código de pré-autorização vinculado àquele contrato. Sem esse código, o candidato não agenda; sem agendamento, não há visto.
O que a Cidadania e Visto faz é assumir essa etapa inteira: analisamos a documentação da empresa e do vínculo, orientamos sobre os documentos de idoneidade exigidos, montamos o pedido, enviamos ao consulado em nome da empresa e acompanhamos até o código sair — entre 30 e 60 dias após o envio, conforme o volume em análise. O time de RH e o jurídico interno não precisam se especializar num procedimento novo para uma contratação pontual.
Uma etapa fica antes de nós e é da empresa: a publicação e o acompanhamento da vaga junto ao IEFP, com parecer favorável emitido. E uma fica depois, do lado do candidato: o agendamento e o comparecimento na VFS Global, que é o serviço de Visto de Trabalho (D1) dele — e que pode ser contratado em conjunto, para que a contratação inteira ande com um interlocutor só.
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Como funciona o processo
- Passo 1DiagnósticoAnálise do perfil e do visto certo.
- Passo 2Planejamento documentalLista exata do que precisa.
- Passo 3Preparação e agendamentoDocumentos prontos e coleta agendada.
- Passo 4ProtocoloPedido apresentado ao consulado.
- Passo 5AcompanhamentoAtualização a cada movimentação.
- Passo 6ConclusãoVisto no passaporte, pronto para viajar.
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Perguntas frequentes
O que mudou no visto de trabalho D1 em 2026?
Desde 31 de julho de 2026, o candidato só consegue agendar o pedido na VFS depois que a empresa empregadora obtém no consulado um código de pré-autorização vinculado ao contrato. A etapa é nova e está prevista no artigo 59.º da Lei n.º 23/2007.
Quem contrata a pré-autorização: a empresa ou o candidato?
A empresa. A pré-autorização é pedida em nome dela e depende da documentação dela. O candidato tem o próprio serviço, que é a assessoria do visto D1 — os dois podem ser contratados em conjunto.
Preciso publicar a vaga no IEFP antes?
Precisa. A validação da vaga junto ao IEFP, com parecer favorável, é pré-requisito e é executada pela empresa. Sem ela o pedido de pré-autorização não se sustenta.
Quanto tempo leva para sair o código de pré-autorização?
De 30 a 60 dias após o envio da documentação ao consulado, podendo variar conforme o volume de pedidos em análise. Vale contar esse prazo antes de combinar a data de início do profissional.
Que documentos da empresa são exigidos na pré-autorização?
Registro e situação regular em Portugal, documentação de idoneidade, e o vínculo formalizado com o candidato — contrato de trabalho, promessa de contrato ou carta de manifestação de interesse. A lista exata é conferida na análise técnica.
A empresa pode contratar mais de um profissional no mesmo pedido?
O código de pré-autorização é vinculado a um contrato. Contratações múltiplas são pedidos distintos, e vale alinhar isso na análise inicial.
Glória Pires · atrizQuem já chegou lá com a gente
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