Reaquisição da cidadania portuguesa: o direito de voltar a ser português
Perdeu a nacionalidade portuguesa ao adotar outra, antes de 1981? Você pode readquiri-la em poucos meses — e reabrir o caminho para toda a família.

Cidadania Portuguesa para quem perdeu a Cidadania Portuguesa em números
- Prazo do processo
- 1 a 3 meses
- Base legal
- art. 31.º da Lei da Nacionalidade
- Modalidade
- reaquisição por declaração
- Taxa da conservatória
- isento
- Resultado
- assento de nascimento português
A quem se aplica
A reaquisição da cidadania portuguesa — art. 31.º da Lei da Nacionalidade — devolve a nacionalidade a quem já foi português e a perdeu. O caso clássico é o dos portugueses que, antes de 3 de outubro de 1981, adquiriram outra nacionalidade: a lei da época não admitia dupla cidadania, e a naturalização em outro país (como o Brasil) custava automaticamente a perda da portuguesa, averbada nos registos. Hoje, esse caminho de volta é um dos processos mais rápidos da nacionalidade: de 1 a 3 meses, isento de taxas.
Os requisitos são objetivos: ter tido a nacionalidade portuguesa, tê-la perdido pela aquisição de uma nacionalidade estrangeira antes de 3 de outubro de 1981 e existir registo dessa perda. A verificação desse registo — e a localização do assento original — é exatamente o primeiro passo do nosso trabalho: muitas famílias nem sabem ao certo se a perda foi averbada, e o diagnóstico responde isso antes de qualquer protocolo.
O efeito da reaquisição vai muito além do requerente. Ao voltar a ser português, reabre-se a via da descendência para filhos e netos — processos que muitas vezes estavam travados justamente porque o ascendente "deixou de ser" português no papel. Por isso, tratamos a reaquisição como peça de um planejamento familiar: a Cidadania e Visto instrui a declaração, protocola presencialmente em Portugal por advogados no Brasil e em Portugal e já desenha os passos seguintes de cada geração.
Deferido o pedido, seu assento de nascimento português volta a valer — com Cartão de Cidadão, passaporte europeu e a nacionalidade novamente transmissível aos seus descendentes, como sempre deveria ter sido.
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Como funciona o processo
- Passo 1DiagnósticoAnálise do caso e da modalidade.
- Passo 2Planejamento documentalLista exata do que precisa.
- Passo 3Levantamento e apostilamentoCertidões emitidas e legalizadas.
- Passo 4ProtocoloPedido registrado no IRN.
- Passo 5AcompanhamentoAtualização a cada movimentação.
- Passo 6ConclusãoNacionalidade averbada.
O que este serviço garante a você e à sua família
Perguntas frequentes
Quem tem direito à reaquisição da nacionalidade portuguesa?
Quem já foi português e perdeu a nacionalidade ao adquirir uma estrangeira antes de 3 de outubro de 1981, com a perda registada em Portugal — o caso típico dos portugueses que se naturalizaram brasileiros naquela época.
Por que meu pai/avô perdeu a nacionalidade portuguesa?
Até 03/10/1981, a lei portuguesa não admitia dupla cidadania: quem se naturalizava em outro país perdia automaticamente a nacionalidade portuguesa, com averbamento no assento.
Quanto tempo demora e quanto custa a reaquisição?
É um dos processos mais rápidos: de 1 a 3 meses, isento de taxas na conservatória.
Preciso abrir mão da nacionalidade brasileira?
Não. A lei atual admite dupla cidadania — você readquire a portuguesa mantendo a brasileira.
Com a reaquisição, meus filhos e netos ganham direito?
Sim — esse é o efeito mais importante: voltando a ser português, a via da descendência reabre para filhos (e netos) requererem a própria nacionalidade.
Não sei se a perda foi registada. Como descobrir?
Nós verificamos: a busca do assento original e da averbação da perda nos registos portugueses faz parte do diagnóstico, antes de qualquer protocolo.
Glória Pires · atrizQuem já chegou lá com a gente
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